Enfim batizada. Depois das dúvidas que tinhamos e até da dificuldade com algumas igrejas em aceitar o batismo de uma criança que os pais não se casaram na igreja, Luninha já tem madrinha e padrinho oficialmente. Relutamos um pouco, mais o Sergio do que eu, pois não somos religiosos. Eu tenho minhas descrenças, dúvidas mas ainda alguma crença também, mesmo que não tão sólida. Ele é mais radical, mais firme e crente em suas idéias e essas estão longe do catolicismo. No meio de tanta coisa, resolvemos em comum acordo, batizar a Luna (como nós fomos também) seguindo a religião de nossa família, e quando ela crescer, entender e formar suas próprias convicções, seguindo o que bem entender. No fim, assim que somos, católicos por batismo mas com nossas próprias crenças.
Luna adorou tudo, não parava de falar na igreja e gostou ainda mais do churrasco que fizemos depois do final da cerimônia. Foi tudo muito bom, divertido e, apesar de longo, muito dinâmico e agradável.