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Médico ou Deus?

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Estou pegando uma implicância com médico, que vocês não tem idéia. Eles falam, e esperam que você se cale e aceite como se ninguém mais no mundo, soubesse de nada mais do que eles. Quem é você, pobre mortal, para questionar o meu diagnóstico?

Deveriam responder por assassinato... mas como são DEUSES vivendo no país da impunidade, o que esperamos que aconteça? NADA...

Isso é inaceitável!

Acaba logo

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Aff, final de 2008 ta parecendo a última corrida de F1 em Interlagos, adrenalina total nas últimas curvas. Sabe quando parece que tudo entrou em ebulição? Momento de pé no chão, pra segurar a vontade de fazer o que o instinto manda, e a racionalidade segura. Nessas horas que a gente vê como a combinação da razão (Sergio) e da emoção (eu) é a formula certa pra equilibrar tudo. Que venha logo 2009, sem os sanguessugas atras tirando nossa energia!

ele não falha

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Meu inferno astral chegou, infalível.

Problemas lá, same old problemas lá também, e agora pegar a Luna na escolinha pra levar no médico que apareceu conjuntivite e outras coisinhas. Ontem um susto, constantes aborrecimentos no trabalho e ele veio com tudo. Que chegue logo meu 14 de outubro.

Queria...

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- Não dar importância ao que não tem importância

- Dar muita importância ao que realmente tem importância

- Controlar meus impulsos

- Desenhar caricaturas

- Ser mais maliciosa

- Confiar mais na minha intuição quando ela aparece

- Contar até 10

- Cantar bem

- Ligar a tecla F

Seres humanos?

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Me revolta tanto ler um negócio desse. Dá vontade de chorar, de socar, de enfiar a cabeça dessas pessoas num buraco e enterrar. Mas passa, isso é só na hora que leio, mesmo porque não teria coragem de fazer isso com alguém. Fico pensando, que seres são esses? Humanos não são.


humano:

do Lat. humanu

adj.,
próprio do homem;
relativo ao homem;
bondoso;
benigno;
compassivo;

Ciclo

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Olhando nos meus arquivos, vi esse post do dia 8 de fevereiro de 2007. Engraçado ele ser perfeito para um post exatamente um ano depois. Será um ciclo de acontecimentos, e fevereiro é um mês meio pesadinho?

Posted on 02.08.07:

Às vezes, NY parece ser perto demais.

Filhos de quem?

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Me desculpem os religiosos, mas é por essas coisas que eu não acredito em nada, não vou a igreja, e não dou valor pra religião. Se eu não sou casada na igreja (seja por qual motivo for eles não querem saber) a Luna não tem o direito de ser batizada. Ou seja, ela não tem direito a seguir a religião que a minha família segue somente porque os pais não casaram na igreja. Oras, eu quero ser apenas justa com ela. Não é porque eu não acredito que ela tem que pensar como eu. Tem as avós e tias que vivem falando de papai do céu pra ela, não acho certo eu fazer essa escolha agora, de que ela nao seja batizada, não seja católica. Farei como minha mãe, sigo a tradição familiar, e depois quando ela crescer, que vai saber se acredita ou não.

E somos mesmo todos filhos de Deus?


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Às Vezes...

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o ser humano é uma merda. Eu fico vendo a inocência da Luna, e pensando que todos nós já fomos assim, e olha no que algumas pessoas se transformam depois. Fico impressionada com a maldade da cabeça de alguns, a malícia de outros, a falsidade de mais uns. Loucura, a gente até releva, pois não faz parte do caráter. Ser sincero pra mim é essencial, na medida certa, pois nao gosto de quem é sincero demais e acha que pode falar o que vem à cabeça. Mas acho que ainda prefiro esse do que aqueles que não te suportam, mas vão à sua casa, dão beijinhos no rosto, ficam ali quietinhos só observando pra depois meter o pau. Besta de quem acredita nessas pessoas, é que elas sim, são as verdadeiras artistas (do mal), mas artistas.

Se eu não gosto de alguém mas sou obrigada a conviver, tento manter a politica da boa vizinhanca nos seus principios básicos. Mas nao consigo ir na casa, ser simpática, dar aquele sorriso falso, e fingir que está tudo bem. Uma pena que as pessoas tenham que por algumas obrigações, conviver com quem não suporta, mas dá pra ser menos falso, não dá? Ser mais digno ao menos, ter mais respeito.

E Monica, dá pra ser menos idiota?
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No Mundo da Luna: Temos mesmo que voltar?
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Pessoas e relacionamentos

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Quando volto pro Brasil estranho muita coisa, e uma delas é o relacionamento com as pessoas. Estar em NY há 8 anos, sem muitos amigos e nem família acaba criando uma maneira de viver isolada dos problemas do cotidiano que toda família vive.

Tudo parece meio invasivo, a falta de poder fazer o que você quer a hora que bem entender, incomoda mais do que deveria. O telefone que toca demais, os vizinhos que falam demais, o excesso de compromissos sociais, muita gente num mesmo lugar acaba invadindo um espaço na gente que estava desocupado há muito tempo.

Ao voltar pro Brasil, além de se acostumar com a neura de olhar se vem motoqueiros pela esquerda com alguém na garupa, com os preços altos de tudo, em entender mesmo sem querer tudo o que falam ao seu lado, teremos que nos acostumar novamente a olhar pras pessoas, falar mais, ter mais paciência e se acostumar com as invasões diárias, que só percebemos quando não a temos mais.

Morro de medo de avião, mas ao mesmo tempo ele me fascina. Fico sempre hipnotizada vendo eles decolando e pousando, acho misterioso, grandioso, potente, amedrontador. Com a minha irmã na aviação o medo duplica, fico tensa, e como sou neurótica por natureza, já sofro por antecipação.

Depois que ela entrou nesse ramo, vejo com outros olhos todos os comissários e pilotos. Ela desvendou boa parte do mistério depois de me contar os "bastidores". Fico horas ouvindo as histórias e acho uma delícia. Aprendo bastante também, já sei que não tem cozinha no avião, aquele lugar se chama "Galley". Elas trabalham feito loucas, servindo, checando, contando, organizando. A classe executiva, pasmem, mesmo tendo apenas 22 lugares dá mais trabalho que a econômica, é muito mais frescura, mais cuidado, mais tudo. Sei o que as irritam nos passageiros, e é bem engraçado viajar sabendo o que elas pensam de cada situação que acontece no avião. Quando elas colocam aquela roupa, se transformam em moças sérias com obrigação de serem simpáticas. Algumas eu percebo que são simpáticas por natureza, em outras está explícito que estão mesmo representando um papel.

Algo que desmistificou, é que todo comissário é homossexual. Conheci váaaaarios amigos delas que são heteros com H maiúculo, e super galinhas. As comissárias não dão muita bola pra passageiro não, aliás elas tem uma certa implicância e eu acho hilário ela imitando "a gente" pedindo as coisas, reclamando e fazendo as coisas que elas mais odeiam, que é levantarmos quando ainda não fomos autorizados. As histórias que vem depois aaaaah são ótimas. Tem até algumas comissárias que ligam na cabine e avisam o piloto que tem gente em pé no momento do pouso, pois deveriam estar sentados esperando a autorização de abrir os cintos, então o piloto dá uma brecadinha assim bem "suave" pra colocar todo mundo no seu devido lugar.

Tem os bêbados, as crianças, puxa, tem muita história. Sabendo já disso, sem querer ser chata eu lavei a mamadeira da Luna no banheiro e quando contei pra ela, levei uma bronca. Não é bem assim, tem mãe que abusa sim, mas pedir pra lavar uma mamadeira é muito bem vindo.

Adoro quando ela conta dos famosos, que dormem, roncam, dão pitis. Em uma situação ela pegou a Luana Piovani indo pra Buenos Aires, dormindo de boca aberta, quase babando e a cabeça meio caída de lado. Pena que não tinha nenhum paparazzi. Falam que a Elba Ramalho não se dirige aos comissários, pede pra quem está com ela pedir sua comida, que o Cauã Raymond é ultra simpático, que a Angélica o Huck e o Joaquim voam de executiva mas a babá vai de econômica. Mas como é a Angélica, a babá pode invadir a área VIP pra ajudar a madame, e depois volta lá pro povão.

Curiosíissimos os contos, dariam um bom livro. Ela adora o que faz, apesar de ser um ambiente de muitas fofocas e intrigas. Imagine muita mulher junta o que poderia dar? Apesar de ela amar a profissão, que dá a oportunidade de poder conhecer várias cidades do mundo e do Brasil, eu sinceramente amaria que ela trabalhasse "em terra" mesmo. Queria que ficasse comigo, olhando eles pousando e decolando, mas lá no chão, quietinha e hipnotizada, como eu.

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