Fico pensando muito na minha relação com a Luana depois que a Luna nascer. Luana pra mim é meu bebezinho, que vou cuidar pra sempre com o mesmo amor e carinho que cuido hoje. Meu tempo pra ela já é curto, acho que ela já esta acostumada com isso. Vou fazer de tudo pra que ela não se sinta de lado e que ame a Luna como uma verdadeira irmãzinha.
Amo minha pequerrucha, toda vez que me dizem que a deixarei de lado, eu penso comigo: "Jamais deixarei de lado um bichinho que tem toda essa devoção, amor, e que tanto depende de mim". Tudo é adaptação, e terei que dividr meu tempo e amor entre os 3: Luna, Luana e Sergio. Tarefa difícil, mas ninguém disse que será fácil. Acredito no meu instinto de "mãe" que já tenho antes de ser, sempre tentando dividir meu tempo e atenção entre a casa, trabalho, marido, mãe, irmã, que mesmo de longe estamos sempre nos falando e eu sempre tentando ajudar no que eu posso. Às vezes estou trabalhando com uma mão, e a outra está no telefone resolvendo alguma coisa pra elas, hora estou lavando louça e papeando com elas no msn quase ao mesmo tempo, ou então escrevendo no blog e fazendo carinho na Luana. Terei apenas que aprimorar ainda mais minhas habilidades multitasks e assim tudo ficará sob controle. (assim espero... ou sonho)
Falando em cachorros, eu assisti a um filme, nesse final de semana, o Eight Below, que me fez chorar do início ao fim. Só quem tem um cãozinho em casa, saberá entender o olhar deles quando o avião partiu, e finalmente quando o avião voltou. Aqueles dois momentos tocam muito em quem sai de casa todo dia, deixando aqueles olhinhos tristes quando você fecha a porta, e em quem volta à noite, vendo os mesmos olhos tristes da manhã, transformados na mais pura expressão de alegria e a satisfação da melhor hora do dia: a que você, o ser mais importante do mundo, chega de volta pra confortar o seu melhor e maior de todos os amigos. Não percam esse filme.
Esse vídeo também é o máximo
