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hey Family!

Estar longe da família tem o lado bom e o lado ruim. Digo que o lado ruim é muito maior, o lado bom, é que quando nos vemos, sempre é mais fácil a convivência do dia a dia, pois nunca é tempo suficiente pra matar toda a saudade. Um dos momentos que mais sinto falta, é quando fico doente. Não tem nada melhor do que mimo de mãe quando estamos com aquele corpo mole, febre, de cama. Outro momento "carência de família" foi semana passada, quando o Sérgio foi para o hospital, sozinho. Ele não liga muito (pelo menos diz que não) mas eu queria muito poder ter ido junto, pois pra mim é deprê total você chegar numa emergência, precisando de ajuda, e ter que se virar sem a ajuda de ninguém. Eu em casa com a Luna, já a noite, acompanhava pelo telefone. Aperto no coração, se minha mãe estivesse por aqui, ficaria com ela, e eu poderia ir junto, mas sem ninguém aqui, fiquei refém do telefone.

De madrugada, quando teve alta, não deu pra segurar, peguei um taxi, acordei a Luna e lá fomos nós, buscar o Dad. Ela adorou a bagunça de acordar no meio da noite e ir passear. Estar sozinho nessas horas, pegar um táxi com dor, de madrugada é demais de triste, um esforço que valeu a pena.

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Comments (31)

MybIKE:

Oi Mo,
Eu sou como o Sé, não me importo de ir sozinho, vou na boa. Acho que a única coisa chata é se não dá pra andar, ou precisa de ajuda mesmo se fica meio grog, algo assim.
Mas que bom que conseguiram ir de noite buscá-lo no Hospital, por mais que a gente se vire sempre é bom alguem ir buscar.
Beijos e melhoras pra ele, ele tem que se cuidarrrrrrrrrrrrr.

Tô igual a vc , eu e o Tiago estamos maus e o Flavio viajando, moramos longe de todos. Eu sinto muita falta da família, principalmente depois do Tiago.
Bjos e melhoras

Simone:

eu ja falei que pode me ligar.. sua mae deve ser bem melhor que eu, obvio.. mas eu posso cuidar da Luna pra vc.. :-) a Helena sobrevive! de verdade.. quando a gente nao tem a familia perto, tem que se apegar nos amigos, ne?? se eu precisar eu vou te pedir, sem rodeios..

Monica:

Se serve de consolo, nós que temos a família perto, mas também temos filho pequeno já tivemos que ir sozinhos ao hospital. Eu com dor de coluna e o Thales com virose e febre alta. É que não temos babá no final de seman, nem sempre os parentes estão disponíveis e a gente não gosta de incomodar aí acabamos sozinhos. Realmente é triste para quem vai e para quem fica. Antigamente quando todos moram juntos ou bem perto, sempre tinha uma avó, uma tia, uma madrinha para ficar com a criança, não sei se é impressão, mas também havia mais disponibilidade de todos... Enfim é a vida moderna.

beijos, Graziela

Concordo com a Grazi. Eu tinha a ilusão de que contaria bem mais com a ajuda dos outros do que de fato conto. Acabo tendo de gastar dinheiro se quiser algum apoio extra quando o Lúcio viaja, por exemplo. De qualquer forma, imagino a sua aflição em NY. O que me deixa feliz é que você conseguiu ver o lado bom: a aventura em que a Luna embarcou de madrugada. Beijos!

Imagino que seja difícil mesmo... Pois sem amigos já é horrível ;-(
Bjs.

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